Pela árvore genealógica é fácil admitir que os indivíduos de cabelo ondulado são heterozigóticos. A transmissão desta característica (estrutura do cabelo) é um caso de dominância incompleta, uma vez que nenhum dos genes, liso ou encaracolado, domina! surge assim, um terceiro fenótipo, cabelo ondulado!
(Fazendo o caso fictício da co-dominância, o cabelo teria de ser por exemplo, liso e encaracolado nas pontas, ou seja, os dois fenótipos homozigóticos manifestar-se-iam no fenótipo do indivíduo heterozigótico)
Olá bom dia!!(outra vez!)
Estava eu a passear com minha sobrinha quando ela observou umas rosas numa florista muito engraçadas.
A mesma rosa tinha duas pétalas azuis, duas laranja e duas amarelo forte.
Ela perguntou-me como é que isso era possível, fiquei entalada pela miúda…Podia explicar-me como é que conseguiram tal?
Explicação por manipulação genética? Pensei eu mas as cores intensas de cada pétala…bem sou péssima em genética!
Obrigada
olá Lia…
Não sei do caso específico da flôr a que se refere, mas tanto pode ser um caso de co-dominância, como de polialelismo, como de manipulação genética, como simples “modificação florística”…
O caso da dominância incompleta, Clitson, é que descreve situações em que o fenótipo do indivíduo heterozigótico(tem os dois alelos do gene em questão) é intermediário. Ou seja, a característica desse indivíduo é intermediária entre uma característica com as duas versões do alelo iguais(homozigóticos para determinado alelo) e outra caracteítica determinada por a outra versão do gene( homozigótico para o outro alelo).
Enfim, a expressão é intermediária entre as duas versões diferentes dos genes para uma determinada caracterítica.
Valéria gostava muito de flores. Observando seu jardim, notou a existênia de plantas de uma mesma espécie, que possuíam indivíduos com flores brancas, rosas e vermelhas, Curiosa para saber como se dava a transmissão desse caráter, Valéria pormoveu uma autofecundação nas plantas de cor rosa, e para sua surpresa, obteve plantas que davam flores brancas, vermelhas e rosas, estas últimas em quantidade duas vezes maior que as plantas de flor branca e vermelha, obtendo plantas que só davam flores de cor rosa. Valéria concluiu corretamente que:
a) trata-se de dominância de cor rosa sobre as demais.
b) trata-se de um caso de co-dominância entre os genes alelos que determinam o padrão de cor.
c) as plantas de flor rosa eram recessivas.
d) as plantas de flor vermelha eram dominantes e as de cor branca recessivas.
e) trata-se de um caso de gene letal, pois o cruzamento de plantas de flores brancas e vermelhas só originou flores rosas.
Na verdade, a letra D é inválida devido ao fato de não haverem, necessariamente, genes recessivos e dominantes. Se houvesse, não haveriam plantas de cor rosa.
A resposta é a letra B. Apesar de parecer um caso de dominância incompleta, as flores rosas são compostas de pigmentos brancos e vermelhos, e não o rosa em si, que seria o fenótipo intermediário. Portanto, esse caso de co-dominância é justificado pelo fato das cores branca e vermelha aparecerem microscopicamente nas pétalas das flores, fazendo com que vejamos rosa (o que na verdade são pontos vermelhos e brancos bem dispostos e intercalados).
creio que estava num livro da porto editora, quando a hereditariedade ainda fazia parte do programa de 11º ano. Era uma colecção de Livros de estudo A4, com capa laranja…
Pela árvore genealógica é fácil admitir que os indivíduos de cabelo ondulado são heterozigóticos. A transmissão desta característica (estrutura do cabelo) é um caso de dominância incompleta, uma vez que nenhum dos genes, liso ou encaracolado, domina! surge assim, um terceiro fenótipo, cabelo ondulado!
(Fazendo o caso fictício da co-dominância, o cabelo teria de ser por exemplo, liso e encaracolado nas pontas, ou seja, os dois fenótipos homozigóticos manifestar-se-iam no fenótipo do indivíduo heterozigótico)
Olá bom dia!!(outra vez!)
Estava eu a passear com minha sobrinha quando ela observou umas rosas numa florista muito engraçadas.
A mesma rosa tinha duas pétalas azuis, duas laranja e duas amarelo forte.
Ela perguntou-me como é que isso era possível, fiquei entalada pela miúda…Podia explicar-me como é que conseguiram tal?
Explicação por manipulação genética? Pensei eu mas as cores intensas de cada pétala…bem sou péssima em genética!
Obrigada
olá Lia…
Não sei do caso específico da flôr a que se refere, mas tanto pode ser um caso de co-dominância, como de polialelismo, como de manipulação genética, como simples “modificação florística”…
Obrigada !!
Boa Semana!
Beijinhos
a pergunta é:
em casos de dominância incompleta , a expressão de ambos os genes ou é um conceito aplicado em cassos em que apenas um expresa-se?
O caso da dominância incompleta, Clitson, é que descreve situações em que o fenótipo do indivíduo heterozigótico(tem os dois alelos do gene em questão) é intermediário. Ou seja, a característica desse indivíduo é intermediária entre uma característica com as duas versões do alelo iguais(homozigóticos para determinado alelo) e outra caracteítica determinada por a outra versão do gene( homozigótico para o outro alelo).
Enfim, a expressão é intermediária entre as duas versões diferentes dos genes para uma determinada caracterítica.
Valéria gostava muito de flores. Observando seu jardim, notou a existênia de plantas de uma mesma espécie, que possuíam indivíduos com flores brancas, rosas e vermelhas, Curiosa para saber como se dava a transmissão desse caráter, Valéria pormoveu uma autofecundação nas plantas de cor rosa, e para sua surpresa, obteve plantas que davam flores brancas, vermelhas e rosas, estas últimas em quantidade duas vezes maior que as plantas de flor branca e vermelha, obtendo plantas que só davam flores de cor rosa. Valéria concluiu corretamente que:
a) trata-se de dominância de cor rosa sobre as demais.
b) trata-se de um caso de co-dominância entre os genes alelos que determinam o padrão de cor.
c) as plantas de flor rosa eram recessivas.
d) as plantas de flor vermelha eram dominantes e as de cor branca recessivas.
e) trata-se de um caso de gene letal, pois o cruzamento de plantas de flores brancas e vermelhas só originou flores rosas.
Letra D: As flores vermelhas eram dominantes e as brancas recessivas. Esse caso trata-se de dominância incompleta.
Na verdade, a letra D é inválida devido ao fato de não haverem, necessariamente, genes recessivos e dominantes. Se houvesse, não haveriam plantas de cor rosa.
A resposta é a letra B. Apesar de parecer um caso de dominância incompleta, as flores rosas são compostas de pigmentos brancos e vermelhos, e não o rosa em si, que seria o fenótipo intermediário. Portanto, esse caso de co-dominância é justificado pelo fato das cores branca e vermelha aparecerem microscopicamente nas pétalas das flores, fazendo com que vejamos rosa (o que na verdade são pontos vermelhos e brancos bem dispostos e intercalados).
Boa tarde, podia-me dizer de que livro retirou isto? obrigada
creio que estava num livro da porto editora, quando a hereditariedade ainda fazia parte do programa de 11º ano. Era uma colecção de Livros de estudo A4, com capa laranja…